terça-feira, 13 de maio de 2014
Matemática no facebook
1
TEMA
Tecnologia
e
aprendizagem
2.
DELIMITAÇÃO:
O
uso
das
redes
sociais
como
instrumento
de
aprendizagem
.
3.
OBJETIVOS:
Promover
a
aprendizagem
e
interação
dos
alunos
usando
como
instrumento
de
ensino
as
redes
sociais
(facebook
,
blog,
e-mail)
4.
OBJETIVO
GERAL:
Promover
o
ensino
da
Matemática
mostrando
aos
alunos
que
é
possível
aprender
os
conteúdos
de
sala
de
aula
através
das
redes
sociais,
especialmente
o
facebook.
4.2.
OBJETIVO ESPECÍFICO:
-
Aderir
o
uso
das
redes
sociais
no
o
ensino
da
Matemática;
-Despertar
nos
alunos
o
interesse
pela
Matemática
utilizando
o
Facebook;
-Promover
o
ensino-
aprendizagem
da
Matemática
de
forma
inovadora,
dinâmica
e
interativa
através
da
rede
social
Facebook.
.
JUSTIFICATIVA:
Os
projetos
que
utilizam
a
tecnologia
como
método
de
ensino
estão
inseridos
no
contexto
escolar
dentre
os
inúmeros
métodos
de
ensino
que
surgem
na
escola,
e
por
ser
algo
inovador
e
que
faz
parte
do
cotidiano
dos
alunos,
surgiu
o
interesse
de
utilizar
as
redes
sociais(
facebook,
blog,
email)
como
instrumento
de
apoio
para
o
ensino
da
Matemática,
visto
que
os
alunos
gostam
de
utilizar
esses
meios
para
se
comunicarem
e
?interagirem,
com
isso
será
importante
unir
esse
interesse
dos
mesmos
com
o
ensino
da
Matemática
visando
aulas
mais
inovadora
e
consequentimente
uma
aprendizagem
mais
prazerosa
no
intuito
de
obter
melhores
resultados.
domingo, 28 de novembro de 2010
NÃO ADIANTE FORMAR UM HOMEM INTELECTUALMENTE E NÃO FORMÁ-LO MORALMENTE
De fato houve uma mudança na conjuntura sócio-política e econômica brasileira na última década, no entanto, nós estamos assistindo um crescimento manco desse país, quando muitas mazelas que afetam a sociedade brasileira persistem em seu ceio. Os paliativos políticos, como o próprio nome diz são somente paliativos. Não atingem o foco principal dessa doença social que acomete esse país desde os seus primórdios. No princípio tudo teria sido mais simples, como naturalmente é quando um médico detecta uma doença em um paciente, diagnóstica, faz o tratamento e logo comabate o mal. Pois bem, há quase quinhentos anos esse mal social se instalou nas entranhas do Brasil, foi tomando corpo, foi cronificando-se, os vírus, bactérias, fungus e toda espécie de ecto e endoparasitas foram com o seu poder devastador ocupando esse corpo em todas as direções, em todas as latitudes e longitudes deixando suas marcas.
Muitos foram os especialistas que se prontificaram a debelar com essas mazelas que aos poucos destruía esse corpo. Alguns ficaram conhecidos em seus anais, de Cabral a Deodoro, de Deodoro a Lula. Aliás, assim como existem aqueles profissionais da medicina que conseguem agravar mais a situação de um paciente, o mesmo ocorreu com Brasil, não há como esquecer a ditadura de Vargas, o período ediondo marcado pelos militares que perdurou de 1964 a 1985.
Mas esse corpo tem em seu DNA muito dos seus primeiros habitantes, que alguém uma dia resolveu chamar de índios, como também da gente vinda da África, que dispensa comentário quando o assunto é trabalho e resistência, tal qual essa gente esse país se fez resistente e não pendeu perante esse depredadores sociais que ao longo de séculos se apossaram desse país.
Quando muitos já se davam por vencido, eis que surge a figura do "curandeiro social", um homem que não era especialista nesses assuntos de política, que não conhecia Harwarde, Cambridge, Sorbone. Conhecia o SENAI-Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, escola criada para os desvalidos da sorte, foi nessa escola que esse cabolclo estudou, muito bem, ele conseguiu reanimar o paciente que agonizava a quase quinhentos anos e em sua reanimação ele percebe que foi medicado de forma errada durante todo esse tempo, não mais admitindo ser tratado por essa gente em hipótese nenhuma.
O tratamento precisa continuar para que os vetores desses males não mais sobrevivam nesse país. Necessário se faz que a revolução social aconteça em sua completude, e não somente a econômica. Entendo que esse processo deve ter sua origem na educação, não há outro caminho mais sólido a não ser o da educação.
O quadro educaional do Brasil hoje não é dos mais animadores, existe uma falácia escondida atrás de números totalmente duvidosos, são índices que não revelam a verdadeira situação da educação brasileira. Ainda tem muita gente em todas as faixas etárias fora da sala de aula, os cursos de graduação e pós graduação feitos e ofertados no atacado sem a menor qualidade ajudam a escamutear a realidade do ensino superior.
A legislação de ensino por sua vez, não tem acompanhado a dinâmica da sociedade, legislação essa que foi construída por pessoas aversas a educação. Falando em aversão a LDB, boa parte dos professores hoje também nao a conhecem, de forma que se faz necessário um debate amplo, sensato e acima de tudo feito por pessoas que lidem com o processo educacional, especialmente aqueles que estão em sala de aula enfrentando toda sorte de problemas. Enquanto esses debates acontecerem nas secretarias de educação municipal, estadual e no MEC nada irá mudar, porque tudo acontece nas Escolas.
sábado, 20 de novembro de 2010
Remédios são enterrados em Rorainópolis
Naira Sousa
Foto: Divulgação
Material foi encontrado enterrado no Município de Rorainópolis, no sul do Estado, na sexta-feira
Duas toneladas de medicamentos e lixo hospitalar foram enterradas, na quinta-feira passada, em um buraco de aproximadamente três metros de profundidade, no aterro sanitário do Município de Rorainópolis, no sul do estado. Um perito da Polícia Civil de Boa Vista se deslocou ontem ao local e, após escavação, foi comprovada a denúncia feita à Câmara dos Vereadores de Rorainópolis, que por sua vez repassou ao Ministério Público Estadual (MPE), que entregou o caso à Polícia Civil.
Conforme o delegado Marcelo Renault, será instaurado um inquérito para apurar quem foi o responsável por enterrar os medicamentos e material hospitalar. Se descoberto, o responsável irá responder por crime ambiental e contra a saúde pública.
O aterro fica na sede do município, quase 2 km da área urbana e menos de 200 metros das residências de moradores rurais. O vereador Ezequias Feitosa acompanhou todo o desfecho, inclusive quando o buraco foi aberto pelos peritos. Ele afirmou que, além do lixo hospitalar, como seringas, gaze e tubo de coleta de sangue, havia medicamentos vencidos e outros encaixados dentro do prazo de validade e que venceriam só em 2013.
O delegado descarta a prisão em flagrante de alguém. “Logo após a denúncia, solicitamos da prefeitura a máquina para escavar o local. Na manhã de ontem [quinta-feira] o perito da Polícia Civil da capital veio para confirmar se os produtos eram de cunho hospitalar. O trabalho começou logo nas primeiras horas e terminou por volta das 12h. As investigações vão ser feitas e quem cometeu esses crimes irá responder, pois colocou em risco a vida dos moradores”, disse Renault.
O Ministério Público Estadual orientou o Legislativo municipal a registrar o Boletim de Ocorrência. “No primeiro momento, os procedimentos foram seguidos. Agora não se sabe quem enterrou os medicamentos, principalmente os que ainda estão no prazo de validade. O MPE já encaminhou todo o procedimento à Polícia Civil, que irá tomar todas as medidas cabíveis para punir os envolvidos”, disse o promotor de justiça Eduardo Dias, que acompanhou todo o processo.
As primeiras escavações foram feitas com ferramentas pequenas. “Para mexer no local tivemos que procurar primeiro as autoridades responsáveis em fiscalizar esse tipo de crime”, enfatizou o vereador Juaresmar Pessoa.
Denúncia chegou primeiro à Câmara
O vereador Ayrton Sousa disse à Folha que a denúncia sobre o material enterrado chegou à Câmara dos Vereadores de Rorainópolis. A reclamação foi feita por uma pessoa que afirma ter participado do descarte e, não conformada com a quantidade de medicamentos enterrados, decidiu procurar as autoridades.
Os medicamentos e o lixo hospitalar foram enterrados na noite de quinta-feira, 11. No dia seguinte, essa pessoa procurou os vereadores para fazer a denúncia. “Segundo ele, os produtos foram levados em um caminhão 3/4 cheio, que suporta quatro toneladas. O buraco foi feito por uma retroescavadeira”, relatou Sousa.
Na quarta-feira, 17, após o final de semana e o feriado da Proclamação da República, em uma sessão, os vereadores decidiram ir ao aterro. Chegando lá constataram que o barro do terreno estava mexido. Então os vereadores resolveram fazer a escavação.
O buraco media em torno de 1,5m de largura com três de profundidade. “Após tirar o barro, chegando a quase 1,6m encontramos o lixo hospitalar e alguns frascos de medicamentos. Como não tínhamos material para continuar, já que estávamos correndo o risco, pois havia seringas usadas, resolvemos parar”, relatou.
Com fotos do local, os vereadores se deslocaram até o Ministério Público Estadual (MPE) para formalizar a denúncia. “Só assim poderíamos conseguir uma máquina adequada para continuar cavando. Foi aí que, junto com o MPE e a Polícia Civil, fizemos o pedido à prefeitura para ceder a retroescavadeira”, disse Sousa.
Município e Estado negam envolvimento
Em Rorainópolis, existem duas unidades de saúde: uma municipal e outra estadual. Porém, os diretores afirmaram que tanto os medicamentos como o lixo hospitalar não pertenciam a nenhuma das unidades.
A assessoria de comunicação da Prefeitura Municipal de Rorainópolis informou à Folha que os medicamentos e o lixo hospitalar encontrado no aterro sanitário não pertenciam ao Posto de Saúde Municipal. “O lixo é recolhido de três a três meses e é encaminhado para Boa Vista, onde é feita a incineração, pois o município não tem estrutura para isso”, disse.
A Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) também descartou a possibilidade de os produtos pertencerem ao Hospital Geral de Rorainópolis, mas informou que vai aguardar o resultado final das investigações. “A demanda no município é alta, por isso não sobram medicamentos”, afirmou a assessoria.
A Sesau disse ainda que a coleta e o destino dos lixos hospitalares são de responsabilidade dos municípios, conforme Resolução do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente) 237/97. Enquanto a localidade não dispõe de um aterro sanitário, o lixo hospitalar é armazenado em sacos plásticos e colocado numa área específica e isolada, ao lado da unidade hospitalar. Todo o material deve ser coletado pelo município.
A Sesau afirmou que já adquiriu contêineres de armazenamento para resíduos sólidos de saúde e até o final deste mês serão entregues às unidades de saúde vinculadas. “No projeto de conclusão das obras do Hospital Geral de Rorainópolis está prevista a construção de espaço para queima em incinerador, atendendo às normas de vigilância”, encerra a nota.
Caso semelhante ocorreu em Boa Vista
No início do mês de setembro deste ano, um caso semelhante aconteceu em Boa Vista, quando um suposto esquema que envolvia superfaturamento e desperdício de medicamentos dentro da Dadimed (Divisão de Administração e Distribuição de Medicamentos), vinculada à Secretaria Estadual de Saúde (Sesau), foi investigada pelas polícias Federal e Civil.
Os medicamentos, após terem o prazo de validade expirado e outros ainda dentro do prazo, forma descartados no aterro sanitário de Boa Vista. O caso foi denunciado por um funcionário que trabalhava em uma empresa privada que, por sua vez, prestava serviço à Dadimed.
O denunciante reuniu ao longo de dois meses farto material que inclui documentos, fotografias e vídeos que comprovariam as irregularidades. Na época, a Folha teve acesso a toda essa documentação que fora entregue à polícia.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Senador denuncia irregularidades no Fundeb
ÉLISSAN PAULA RODRIGUES
O senador Mozarildo Cavalcanti (PTB) ingressou na semana passada junto ao Tribunal de Contas do Estado de Roraima (TCE) com uma denúncia de irregularidade e pedido de fiscalização no tocante à administração e execução dos recursos do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais de Educação). A Folha apurou que o documento foi recebido e remetido para o conselheiro Reinado Neves, relator do caso.
Em entrevista à Folha, Mozarildo explicou que a representação é fruto de denúncias populares. “Pesquisamos e documentados fartamente por meio de demonstrativos financeiros, ofícios e planilhas para comprovar que a movimentação da conta do Fundeb tem um saldo negativo. Em outras palavras, há nítidas evidências de desvio de dinheiro do Fundo, portanto pedi ao TCE para examinar”, frisou.
Um dos dados apresentados pela denúncia diz respeito à receita estimada do Fundeb para este ano, que, conforme o site do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, seria de R$ 236.544.044,39 e em agosto deste ano, já teria sido ultrapassada em sua totalidade. De acordo com os números apresentados pelo senador, o valor empenhado até 31 de agosto deste ano seria de R$ 259.735.319,10. Já as notas de crédito até a mesma data seriam de R$ 7.184.617,85, e os restos a pagar já quitados contabilizariam R$ 9.724.781,22. Fazendo um cálculo simples, Mozarildo chegou ao saldo negativo de R$ 40.100.673,90.
Outro argumento usado pelo parlamentar é de que o valor previsto é inferior ao autorizado pelo FNDE em mais de R$ 94 milhões, o que significaria uma falha no planejamento do estado. Na avaliação de Mozarildo, o estado teria iniciado com uma previsão irreal de recursos.
Com relação aos valores informados de restos a pagar, o parlamentar pede a confirmação do pagamento no presente exercício e ressalta a ilegalidade de quitação de débitos de exercícios anteriores no orçamento vigente.
A representação elaborada pelo senador faz várias comparações entre as receitas estimadas e a execução orçamentária na tentativa de comprovar o déficit de recursos oriundos do Fundo. Entre os fatos mais graves apresentados pelo parlamentar está a publicação, em um Diário Oficial de julho do ano passado, da demonstração de saldo financeiro negativo do Fundeb no montante de R$ 13.533.345,52.
Ele pede a determinação de uma auditoria nas prestações de contas e a comunicação imediata do Ministério Público Estadual, no caso da comprovação das irregularidades. Além da verificação da existência de divergência nos gerenciais do Fundeb e relatórios da Lei de Responsabilidade Fiscal publicados periodicamente, para que sejam confrontados com os dados lançados no Portal da Transparência e balancetes contábeis mensais.
O senador Mozarildo Cavalcanti (PTB) ingressou na semana passada junto ao Tribunal de Contas do Estado de Roraima (TCE) com uma denúncia de irregularidade e pedido de fiscalização no tocante à administração e execução dos recursos do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais de Educação). A Folha apurou que o documento foi recebido e remetido para o conselheiro Reinado Neves, relator do caso.
Em entrevista à Folha, Mozarildo explicou que a representação é fruto de denúncias populares. “Pesquisamos e documentados fartamente por meio de demonstrativos financeiros, ofícios e planilhas para comprovar que a movimentação da conta do Fundeb tem um saldo negativo. Em outras palavras, há nítidas evidências de desvio de dinheiro do Fundo, portanto pedi ao TCE para examinar”, frisou.
Um dos dados apresentados pela denúncia diz respeito à receita estimada do Fundeb para este ano, que, conforme o site do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, seria de R$ 236.544.044,39 e em agosto deste ano, já teria sido ultrapassada em sua totalidade. De acordo com os números apresentados pelo senador, o valor empenhado até 31 de agosto deste ano seria de R$ 259.735.319,10. Já as notas de crédito até a mesma data seriam de R$ 7.184.617,85, e os restos a pagar já quitados contabilizariam R$ 9.724.781,22. Fazendo um cálculo simples, Mozarildo chegou ao saldo negativo de R$ 40.100.673,90.
Outro argumento usado pelo parlamentar é de que o valor previsto é inferior ao autorizado pelo FNDE em mais de R$ 94 milhões, o que significaria uma falha no planejamento do estado. Na avaliação de Mozarildo, o estado teria iniciado com uma previsão irreal de recursos.
Com relação aos valores informados de restos a pagar, o parlamentar pede a confirmação do pagamento no presente exercício e ressalta a ilegalidade de quitação de débitos de exercícios anteriores no orçamento vigente.
A representação elaborada pelo senador faz várias comparações entre as receitas estimadas e a execução orçamentária na tentativa de comprovar o déficit de recursos oriundos do Fundo. Entre os fatos mais graves apresentados pelo parlamentar está a publicação, em um Diário Oficial de julho do ano passado, da demonstração de saldo financeiro negativo do Fundeb no montante de R$ 13.533.345,52.
Ele pede a determinação de uma auditoria nas prestações de contas e a comunicação imediata do Ministério Público Estadual, no caso da comprovação das irregularidades. Além da verificação da existência de divergência nos gerenciais do Fundeb e relatórios da Lei de Responsabilidade Fiscal publicados periodicamente, para que sejam confrontados com os dados lançados no Portal da Transparência e balancetes contábeis mensais.
Procuradoria Geral da República recebeu denúncia esta semana
O Ministério Público Federal também recebeu os documentos e deverá investigar o caso
No documento endereçado ao procurador-geral da República, Roberto Monteiro Gurgel Santos, no último dia 10, Mozarildo Cavalcanti anexou a representação enviada ao Tribunal de Contas de Roraima (TCE) e afirmou ter encontrado irregularidades nas prestações de contas do governo do estado com relação à administração e execução dos recursos do Fundeb.
Ele alega que, como os recursos são de origem federal e estão sujeitos a controle e fiscalização do Ministério Público Federal, deve ingressar com o mesmo pedido junto ao Tribunal de Contas da União e reafirma possuir denso material comprobatório de graves irregularidades no trato com a coisa pública. Mozarildo pede que a denúncia seja averiguada, com a auditoria do percentual e aplicação dos recursos do Fundo para o Exercício deste ano, e a apuração da divergência da contabilização dos recursos, verificação de possíveis anulações de empenho de despesas já contraídas pelo estado.
Mozarildo pede ainda o afastamento e até a prisão do governador Anchieta Júnior por crime de responsabilidade, além da solicitação de indisponibilidade dos bens dos envolvidos nas supostas irregularidades, a fim de garantir a reparação de possíveis danos ao erário público. A responsabilização pedida pelo parlamentar alcança ainda outras autoridades responsáveis pela gestão dos recursos, com aplicação de sanções cabíveis pela má gestão dos recursos públicos e por atos de improbidade administrativa.
OUTRO LADO – O secretário de Comunicação do governo, Rui Figueiredo, disse em entrevista à Folha que o estado ainda não foi oficiado com relação à representação e classificou a denúncia do senador como uma “questão política e eleitoral”. “O senador Mozarildo virou algoz do governo. O mandato dele está sendo dedicado a fazer críticas ao Governo de Roraima, que é a terra dele, e não a buscar meios para fazer com que o estado gere empregos e produza riquezas”, comentou.
FONTE: Folhabv
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